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19/04/2012

Mauro Zennaro

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Mauro Zennaro è nato a Roma nel 1953.

Si occupa di grafica, calligrafia e type design.

Insegna presso l’Istituto d’istruzione superiore Carlo Urbani di Roma e presso l’Università per Stranieri di Perugia.

Ha scritto numerosi articoli sulla grafica, la scrittura e la didattica.

È stato tra i fondatori della rivista Calligrafia e nel comitato di redazione della collana di libri sulla grafica Scritture, pubblicata da Stampa Alternativa/Graffiti.

Suoi lavori manoscritti e a stampa, pubblicati dalle Edizioni dell’Elefante, sono stati esposti in numerosi musei e biblioteche europee e statunitensi.

È membro dell’Aiap–Associazione italiana progettazione per la comunicazione visiva.

fonte: http://www.scriptoria.it/maurozennaro.html





























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14/02/2009

Paul Mijksenaar


Prof. Paul Mijksenaar is principal of Mijksenaar. The Dutch company with offices in Amsterdam and New York specialises in wayfinding. Its clients include Amsterdam Airport Schiphol, Port Authority of New York & New Jersey, New York City Transit, Dutch Railways, Rotterdam Metro and Amsterdam Metro but they work also for hospitals, museums, stadiums and any other venue that needs signing. Paul Mijksenaar teaches Visual Information Design at Delft University (Holland).


Left: Steven Spielberg, right: Paul Mijksenaar. Airport sign appears in the background.

Steven Spielberg Paul MijksenaarSignage on the setFlight-information panel

29/01/2009

Jorge Bacelar _livros e artigos.pdf

Livros Labcom



bocc
Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação

Apontamentos sobre a história e desenvolvimento da impressão
[ PDF 29 KB ] - Jorge Bacelar, 1999

Designarcisismo
[ PDF 21 KB ] - Jorge Bacelar, 1999

Elegia ao papel
[ PDF 13 KB ] - Jorge Bacelar, 1999

Linguagem da visão
[ PDF 85 KB ] - Jorge Bacelar, 1998

Notas sobre a mais velha arte do mundo
[ PDF 35 KB ] - Jorge Bacelar, 2002

O círculo (quase) fechado
[ PDF 14 KB ] - Jorge Bacelar, 1999

15/01/2009

Andrew Howard

Andrew Howard é designer gráfico, curador e crítico de design. Vive e trabalha em Portugal desde 1989, onde tem desenvolvido uma colaboração intensa com diversas instituições culturais, entre as quais a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação de Serralves e o Centro Português de Fotografia, e mantido uma colaboração permanente com a ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos. O pretexto para esta entrevista é a aproximação do fim da última temporada dos Personal Views um ciclo de conferências sobre design gráfico iniciado em 2003 e que trouxe a Portugal alguns dos mais importantes designers da actualidade. Ao longo da entrevista, Andrew Howard expõe os seus pontos de vista sobre a teoria, a prática e o ensino do design.

Por José Manuel Bártolo


P: É designer gráfico, crítico, curador e professor de design. A ordem é esta?

R: Eu preferiria evitar identificá-las como se escrevesse uma lista que automaticamente envolve colocá-las por uma determinada ordem. Gosto de considerar todas essas facetas, movendo-me constantemente entre elas. Também não usaria o termo “crítico”, prefiro usar a palavra “escritor” mesmo que não escreva tanto quanto gostaria. [Ler mais...] > tipografia em portugal_entrevistas


Links

www.studioandrewhoward.com

www.esad.pt/personalviews

http://www.studioandrewhoward.com/idioms/publications.php?cat=3


fonte: artecapital.net
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10/01/2009

Classificação estilística:

na senda de um paradigma tipográfico

Jorge dos Reis

Os classificadores de coisas, que são aqueles homens de ciência cuja ciência é só classificar, ignoram, em geral, que o classificável é infinito e portanto se não pode classificar.
FERNANDO PESSOA

Iniciada em 1989 e concluída em 1997, a série de oito episódios realizada por Jean-Luc Godard e baptizada de “Histoire(s) du Cinéma” é uma gigantesca obra tipográfica. Recentemente passada a livro, como se de uma banda desenhada se tratasse, não choca a sua desmultiplicação de suportes e formas de recepção. Faz todo o sentido perante a natureza híbrida de um dos objectos mais insólitos da produção de imagens e sons, nos últimos anos. Durante todo o filme, em sobreposição à imagem, surgem grandes letras sem patilha e grandes frases em tipos só representados pelo seu contorno branco, contando a sua história do cinema. Proclamando a morte do cinema, Godard reinventa-o de uma maneira tipográfica, utilizando um tipo de letra escolhido para traduzir ideias e relacionar o texto com a imagem. O cineasta teve que se debruçar sobre a tipografia e caminhar em direcção à compartimentação estilística das letras, como quem reconhece uma paisagem, uma pintura ou uma peça de arquitectura. Com a enorme quantidade e variedade de tipos de letra que surgem na paisagem urbana e que nós próprios temos ao alcance através de computador, é conveniente saber classificar.

Em 1998, no Netherlands Institute, a propósito do dia mundial do design gráfico, Bruce Mau, um designer de topo da época contemporânea, realiza uma comunicação denominada: um manifesto incompleto para o crescimento. Dela retirei alguns apontamentos, mas são as suas palavras que continuam a ressoar dentro da minha mente, desde esse dia. Mau traça um conjunto de interpelações, das quais daria um exemplo. Uma delas, denominada, studio / estuda. o autor afirma que “um estúdio é um lugar para estudar” e pede ao designer (designers) que utilize “as necessidades da produção como um pretexto para estudar” e assim “toda a gente sairá beneficiada”. O paralelo traçado entre a palavra estúdio e estudar é sintomática, não só linguística, apelando aos designers para desenvolverem metodologias próprias, assentes num compromisso entre a prática e a investigação.
Aos designers, cada vez mais mediadores da sociedade e seus reflexos visuais, é pedida uma atitude de divulgação para fazer com que o mundo da tipografia deixe de ser interdito e possa levar o secretismo das letras ao conhecimento de todos.

Desta forma, é fundamental, francamente importante, conhecer a categorização das fontes tipográficas e converter a tipografia num laboratório de análise. O primeiro passo é distinguir a diferença entre o romano ou redondo e o itálico. Esta é realmente a primeira divisão. O itálico, um estilo inclinado para a direita que o veneziano Aldo Manutio inventou, funciona como a segunda metade de uma fonte e ocupa um lugar importante na funcionalidade tipográfica dos caracteres. O romano, ou redondo, é a anatomia tipográfica mais habitual, mas que num texto corrente não pode existir sem ser complementada com o seu respectivo itálico, sempre tão necessário. [Ler mais...]




Notas

[1] WALTER, Tracy | Letters of Credit, A View on Type design; Boston; Godine; 1986. p. 19.
[2] RIBEIRO, Milton | Planejamento Visual Gráfico; Brasília; Linha Gráfica e Editora; 1993. p. 58.
[3] MCLEAN, Ruari | The Thames and Hudson, Manual of Typography; London; Thames and Hudson; 1992. p. 59.
[4] Ver a este propósito o catálogo da fundição Nebiolo de Turim: Campionario Caratteri e Fregi Tipografici, Fileti, Segni, Numeri; 1939; Torino; Società Nebiolo;
[5] A.A.V.V. | Scienza Tecnologia e Arte Della Stampa Grafica; Volume 1; Torino; Antonio Ghiorzo Editore.
[6] A.A.V.V. | Cit. [5]. p. 1029.
[7] Catálogo de Tipos Símbolos e Vinhetas; Lisboa; Imprensa Nacional Casa da Moeda; 1978. p. 5.


fonte: Revista Convergência

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05/10/2008

27/07/2008

James Craig _Designingwithtype.com


James Craig is responsible for the creation of this Web site as a means of enhancing the study of typography. Mr. Craig, a well-known author of books on graphic design, was born in Montreal, Canada. He studied fine arts in Montreal and Paris before immigrating to the United States. He received his BFA from The Cooper Union and his MFA from Yale University. Now semi-retired, Mr. Craig was the Design Director for Watson-Guptill Publications and is a member of the New York Art Directors Club, Association Typographique Internationale (ATypI), Type Directors Club (TDC), Typophiles, and a past member of the American Institute of Graphic Arts (AIGA). At present he teaches typography and design at The Cooper Union and lectures widely.


Designingwithtype.com é um site dedicado à arte e à apreciação da tipografia. Ele oferece recurso tipográfico singular para estudantes, educadores e profissionais, apresentando o talento pelo mundo.

Criado originalmente por James Craig como um suplemento para seu livro Designing with Type: A Basic Course in Typography especificamente
para seus estudantes da Cooper Union, o site cresceu, passando a incluir contribuições apresentadas por colegas educadores e designers, e com isso envolver um público maior.

Projetos apresenta exercícios tipográficos selecionados do Designing with Type, juntamente com diversos projetos apresentados por alguns dos principais designers do mundo.

Tipos mostra uma seleção de tipos favoritos, fornecida pelos colaboradores dos projetos, assim como projetos acadêmicos de tipos, type foundries, e downloads gratuitos.

Recursos traz resenhas dos livros de James Craig e apresenta um amplo panorama dos mais influentes livros, revistas, organizações, sites e as principais escolas de design do mundo.

Fórum Aberto recebe comentários e oferece artigos, citações, linhas do tempo, e demais itens do interesse de designers gráficos e educadores.

Equipe de Design apresenta os principais responsáveis por este site.

20/07/2007

Hermann Zapf


Hermann Zapf, born in Nuremberg, Germany, in 1918 and now living in Darmstadt, taught himself calligraphy from the books of Rudolf Koch and Edward Johnston. He has had a distinguished career in type design and typography which stretches over fifty years. His Zapfino typeface, originally released in 1998, was an amazing success that has since worked its way into designs produced all around the world. Hermann Zapf’s artistic and technical masterpiece is both traditional and modern at the same time. Used with popular layout software applications, Zapfino can help create breathtakingly calligraphic layouts.

In 2003, Hermann Zapf reengineered his design, imbuing it with the new OpenType technology. Even though the resulting font, Zapfino Extra, has significantly more characters, OpenType technology makes the face drastically simpler to use.

Hermann Zapf is recognised as one of the world’s leading type designers and typographers, having designed Roman, Greek and Arabic faces. He has been made an Honorary Designer for Industry by the Royal Society of Arts and has won innumerable awards. He is an honorary member of over twenty-four societies across the globe and is also Honorary President of the Edward Johnston Foundation. Ler mais...

Edward Johnston Foundation

Honorary President Hermann Zapf

The Edward Johnston Foundation is dedicated to the promotion of public awareness of calligraphy, not only as an art form in its own right but also as the seed and reference point for many other lettering disciplines including modern typeface design. Based in Ditchling, Sussex the birthplace of the modern revival of calligraphy, the Foundation is working towards the establishment of a permanent centre for learning, research and education in the lettering arts.
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EDWARD JOHNSTON
(1872-1944)
by his teaching and practice almost single-handedly revived the art of formal penmanship which had lain moribund for four centuries. His major work Writing and Illuminating, and Lettering, first published in 1906 and in print continuously ever since, created a new interest in calligraphy and a new school of excellent scribes. The life he breathed into this ancient craft and its continuing tradition even in today’s hi-tech world can be ascribed to his re-discovery of the influence of tools, materials and methods. His researches were carried out with the understanding of the artist-craftsman, the scientist and the philosopher and this three-fold approach resulted in a profound insight - he fully grasped the root of formal writing and saw how all the branches grew from that root.

The epoch-making sans-serif alphabet he designed for the London Underground Railways changed the face of typography in the twentieth century whilst two of the most popular types of our day ‘Perpetua’ and ‘Gill Sans’ were by his great pupil
Eric Gill (1882-1940).

Johnston’s influence has been world-wide. As early as 1910 his pupil Anna Simons translated Writing and Illuminating, and Lettering into German and a tremendous interest was sparked off in that country. So much so that Sir William Rothenstein remarked on a visit to art schools on the continent, ‘in Germany in particular the name of Edward Johnston was known and honoured above that of any artist’.

The other great revival has been in the United States particularly since the 1970s where there has been a veritable explosion of interest both on a professional and amateur level. The annual lettering conferences held in important centres throughout the country are testimony to this rebirth. But, lest we forget Johnston’s pioneering work, we ought perhaps to remind ourselves of what Hermann Zapf has said recently of him,
“Nobody had such a lasting effect on the revival of contemporary writing as Edward Johnston. He paved the way for all lettering artists of the twentieth century and ultimately they owe their success to him”. Hermann Zapf
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